O abacaxizeiro é propagado naturalmente, por meio de rebentos ou mudas, denominados de filhotes, filhotes-rebentões, rebentões e coroa. Os três primeiros tipos de rebentos desenvolvem-se a partir de gemas axilares e constituem ramos vegetativos com um novo meristema apical e podem ser descritos da seguinte forma:
Rebentões: ramos constituídos de folhas que se desenvolvem de gemas localizadas na parte basal ou subterrânea do caule; apresentam a base achatada – em forma de ‘bico de pato’ –, e podem ser aéreos e subterrâneos; estes últimos emitem raízes rapidamente e, por isso, são recomendados para o cultivo da soca, ou seja, exploração da segunda safra no mesmo plantio;
Rebentões: ramos constituídos de folhas que se desenvolvem de gemas localizadas na parte basal ou subterrânea do caule; apresentam a base achatada – em forma de ‘bico de pato’ –, e podem ser aéreos e subterrâneos; estes últimos emitem raízes rapidamente e, por isso, são recomendados para o cultivo da soca, ou seja, exploração da segunda safra no mesmo plantio;
· Filhotes-rebentões: ramos foliáceos que surgem de gemas encontradas na zona de transição do caule com o pedúnculo;
· Filhotes: ramos foliáceos que se desenvolvem a partir de gemas axilares de folhas modificadas do pedúnculo, logo abaixo do fruto, e que podem ser considerados, morfologicamente, como frutos rudimentares ou imperfeitos, com coroas exageradas ou anormais. Apresentam uma curvatura na base e são vistos no pedúnculo antes mesmo do fruto completar seu desenvolvimento.
· Coroa: A coroa é a continuação do meristema original do eixo principal ou caule da planta, formando um pequeno ramo, simples ou múltiplo, podendo ter até 150 folhas e pesar de 50 a mais de 500 g.
O abacaxizeiro pode ser propagado, ainda, artificialmente, por meio de mudas produzidas a partir do seccionamento do caule e por micropropagação, neste caso sob condições assépticas de laboratório, em meio de cultura.

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